Porque hoje é dia da Poesia…

Porque hoje é dia da Poesia…


nesse olhar que foge de toda a alteridade
há talvez um certo prazer em arrebanhar a nostalgia e o amor
impugnando e rabunhando a toda a força a exceção intrínseca

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Um poema para a Galiza

que a sombra recai ausente
sobre a ausência dos caídos

são tão leves as nossas penas
e no entanto a alma acanha-se
ao mínimo suspiro

pois sabemos
ainda que o não queiramos crer
que a saudade
a lembrança
o abraço agarimoso do mito ausente
a derradeira esperança dessa voz amiga

agacham-se inertes
sob o peso do tempo e da distância
que entre nós supomos

é de fentos o poema
como de fentos é essa ausência

A poesia escrita por quem a lê

Iniciar um diálogo é uma das melhores formas que existem de calar um monólogo, já que em vez de o suprimir, multiplica-o e aumenta o seu potencial criativo. Porque, afinal, a poesia não tem de ser um monólogo. Foi nesse sentido que, no livro de poesia É preciso calar o monólogo (que continua a poder ser adquirido gratuitamente), decidi lançar um pequeno desafio aos leitores: que escrevessem também em resposta e, se assim o entendessem, que partilhassem as suas palavras com o autor.

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E porque hoje é Dia Mundial da Poesia…

fazer da minha vida um poema lírico
brincar coas letras do meu nome vão
escrever a tua profecia derradeira
em meu olhar

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Livro “É preciso calar o monólogo” disponível gratuitamente

Livro “É preciso calar o monólogo” disponível gratuitamente

O livro de poesia “É preciso calar o monólogo” estará a partir de agora disponível para download gratuito em diversas lojas, incluindo iBookstore, Kobo e Smashwords. Boas leituras!

Participação no 1º Poetry Slam Braga (vídeo)

Participação no 1º Poetry Slam Braga (vídeo)

Para quem não pôde estar presente no 1º Poetry Slam Braga, que se realizou este sábado no Estúdio 22, aqui fica um brevíssimo vídeo da minha participação nesse evento, com a recitação de um poema inédito.

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Excerto do livro de poesia “É preciso calar o monólogo”

geou hoje sobre o caule do teu exorcismo de vítima
e logo enunciaste o monólogo austríaco
da minha confissão latente

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