Livro “É preciso calar o monólogo” disponível gratuitamente
O livro de poesia “É preciso calar o monólogo” estará a partir de agora disponível para download gratuito em diversas lojas, incluindo iBookstore, Kobo e Smashwords. Boas leituras!
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Para quem não pôde estar presente no 1º Poetry Slam Braga, que se realizou este sábado no Estúdio 22, aqui fica um brevíssimo vídeo da minha participação nesse evento, com a recitação de um poema inédito.
Ler mais…No próximo dia 27 de outubro (este sábado), vou participar no 1º Poetry Slam Braga, no bar Estúdio 22 (Sé, Braga), onde irei recitar alguma poesia minha juntamente com outros poetas cá da praça.
Ler mais…Em meados de março, há pouco menos de um mês, saiu a público o nº 5 da revista literária digital Nanozine. A revista inclui sobretudo contos de novos autores, mas tem também espaço para uma breve entrevista ao cartoonista Ricardo Campus e um poema inédito meu. É isso mesmo. O meu poema, sem título, pode ser encontrado na página vinte e poucos…
Ler mais…No próximo sábado, dia 31 de março, irei estar presente no 1º Encontro de Poesia Galega e Minhota, que terá lugar no belíssimo Paço da Glória, em Jolda, Arcos de Valdevez. O evento, promovido pelo Grupo de Estudos do Património Arcuense (GEPA) decorrerá durante a tarde, a partir das 16h30, com o programa abaixo reproduzido.
Ler mais…Acaba de ser lançado em formato digital o livro de poemas É Preciso Calar o Monólogo, uma obra que o poeta convida o leitor a romper com a passividade e participar na construção de um conjunto artístico mais abrangente. A obra está disponível em diversos formatos nas principais lojas internacionais, podendo ser lida no computador e na generalidade dos leitores portáteis de e-books, incluindo por exemplo o Kindle, o iPad e o iPhone.
Ler mais…geou hoje sobre o caule do teu exorcismo de vítima
e logo enunciaste o monólogo austríaco
da minha confissão latente
Se me perguntarem quando foi que escrevi o meu primeiro poema, há uma recordação antiga que de imediato me ocorre. Não sei se terá sido mesmo a minha primeira experiência, mas foi uma que nunca mais esquecerei. E, para alguém que uns anos mais tarde viria a encarar a escrita de forma bem mais séria, creio que se tratou de um começo, no mínimo, atribulado…
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